Programa revela como a sétima arte se apropria da exuberância da floresta
O potencial da Amazônia como cenário de filmes e documentários é internacionalmente reconhecido. Uma classe de profissionais local se destacou e tornou-se imprescindível para qualquer registro audiovisual na região: o produtor. O programa Nova Amazônia desta quarta (22), às 17h30, na TV Brasil , revela como as maravilhas da floresta são usadas como cenário na sétima arte.
A atração resgata a história do cinema no Amazonas a partir das atividades do fotógrafo e documentarista Silvino Santos , português radicado em Manaus, no Amazonas. Já no início do século XX, o cinegrafista registrava a beleza da floresta e de quem a habitava.
O programa mostra que quase um século depois, muitos erros e acertos depois, os produtores se estabeleceram como profissionais essenciais para o trabalho cinematográfico na Amazônia.
Em um primeiro momento, o produtor local agia apenas como facilitador e ficava na maioria das vezes em segundo plano. Com o tempo, o profissional provou seu valor como profundo conhecedor das peculiaridades da região e tomou a dianteira quando o assunto é gravar na Amazônia.
A equipe de reportagem acompanha esse trabalho e discute as especificidades de se gravar na maior floresta tropical do mundo. Também analisa os preconceitos e os pontos de vista dos moradores e, é claro, a história de amor entre a Amazônia e a sétima arte.
Serviço
Nova Amazônia – quarta-feira (22), às 17h30, na TV Brasil