Sobre a EBC

Estúdio Móvel analisa a dinâmica do mercado fonográfico nesta quarta (5)

04/10/2016
|
14:27
compartilhar notícia
Capa da Notícia

O cantor pernambucano Graxa fala de sua trajetória e da geração pós-mangue de Recife

A indústria cultural da música pauta as entrevistas inéditas que a apresentadora Liliane Reis faz no programa Estúdio Móvel desta quarta (5), às 18h30, na TV Brasil. A atração debate a relação do artista com o mercado fonográfico e discute em que momento a cultura se torna apenas um bem de consumo voltado ao entretenimento.

Para refletir sobre esses temas, a jornalista bate um papo com o produtor musical Bruno Levinson e com o cantor e compositor pernambucano Graxa. Eles refletem os novos caminhos independentes da industria cultural que os artistas encontraram para traçar a carreira no universo virtual que se apresenta no mundo contemporâneo. Os convidados mapeiam o novo cenário durante a conversa no Estúdio Móvel.

Jornalista e produtor cultural, Bruno Levinson foi o idealizador do festival "Humaitá Pra Peixe", conhecido por mostrar novos talentos da música no Rio de Janeiro. Durante 20 anos, até 2014, quando foi anunciado o encerramento do projeto, a iniciativa ajudou a promover vários nomes até então pouco conhecidos na cena artística como Marcelo D2, Mart’nália, Maria Gadú e Seu Jorge.

De acordo com o próprio Bruno, o ato de se consumir e de se fomentar a música mudou, e é necessário pensar em novos formatos. No decorrer do programa da TV Brasil, ele conta ainda como foi a experiência de atuar na curadoria da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Já o músico e compositor recifense Graxa fala sobre sua trajetória pessoal e destaca a geração pós-mangue que desponta na cena mais underground da capital pernambucana. Em seu segundo álbum, "Aquele disco massa", o convidado questiona justamente as possibilidades que envolvem a relação artista x mercado e dá uma canja de suas canções autorais do novo disco.

Serviço:
Estúdio Móvel – quarta-feira (5), às 18h30, na TV Brasil